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Tudo que Você Precisa Saber Sobre o TEF e POS

Sabe aquelas maquininhas de cartão, que parecem todas vindas da mesma fábrica? Você já parou para pensar na diferença entre a moderninha, a belezinha e a fixadinha? Além das diferenças de software e taxas pagas ao banco, a questão da mobilidade entre as máquinas utilizadas para pagamentos com cartão também influencia na hora da venda.

 

De uns tempos para cá surgiram grandes quantidades de propagandas tentando vender a idéia de uma máquina de cartão portátil, seja para o pequeno empreendedor ou para estabelecimentos já em funcionamento. Falaram do wi-fi, falaram do aluguel da máquina, falaram de tudo, menos das diferenças operacionais que elas realmente trazem.

 

Bom, estou aqui para falar disso, então apertem os cintos.

O que é o POS?

 

O POS, ou Point-of-Sale, nada mais é do que um sistema de pagamentos automatizado. Ele foi criado pensando na dificuldade que os atendentes ou funcionários tinham em selecionar o tipo de cobrança certo, com a máquina certa.

 

Porque isso é importante?

 

No momento que você abre um estabelecimento, primeiro você precisa negociar com as adquirentes sobre as taxas de processamento dos cartões de crédito e débito.

 

Adquirentes nada mais são do que empresas que processam os pagamentos eletrônicos, como Cielo, Elavon, GetNet, Rede, Stone, entre outras. Dependendo dos bancos que você utiliza e do andamento das negociações, você vai conseguir taxas menores para cartões Mastercard com uma adquirente, enquanto outra te oferecerá melhores taxas para Visa e VR (Vale Refeição), por exemplo.

 

Até aqui tudo bem, tudo favorável. Mas onde que o POS entra?

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Com a maquininha POS, é possível levar a maquininha até o cliente, ao invés de fazer o cliente ir até você para pagar. Isso facilita para muitos empreendimentos, especialmente restaurantes e eventos (com seus “caixas ambulantes”).

 

Como todas as taxas para as diferentes bandeiras são negociadas e definidas antes, a maior dificuldade é se manter organizado quanto à isso. Imagina só, depois de diversas conversas com o pessoal da Cielo, a sua operadora de caixa vai lá, em uma noite cheia, e acaba passando os cartões pela máquina da Rede.

 

Boom! Teu lucro já vai começar defasado, logo depois do seu melhor dia de vendas.

 

Para restaurantes é mais fácil: eles podem manter as diferentes máquinas em um local no próprio estabelecimento, e pegá-las conforme seja necessário. O problema é assegurar que, durante toda a duração da sua operação, você vai conseguir se lembrar qual máquina usar para cada bandeira. Isso se todas as máquinas estiverem disponíveis na hora do pagamento de cada cliente.

 

Normalmente é cobrado um aluguel por máquina POS, e é aí que mora o dilema: quantas máquinas, e quais, alugar?  Saber essa informação pode ser essencial para melhorar o atendimento no seu empreendimento. Cada minuto que o cliente precisa esperar para pagar a conta, menores são as chances dele voltar.

 

Por isso, se você escolher o POS, busque descobrir quais bandeiras de cartão são as mais usadas no seus estabelecimento. Isso pode ser crucial para o sucesso do seu negócio!

 

Mas não se preocupe, porque esse caos tem ordem. O nome da solução para o seu problema é simples, chama-se:

Maquininha TEF (Transferência Eletrônica de Fundos)

 

A diferença entre ela e a POS é simples: ela possui conciliação bancária, mas você não pode levá-la até o cliente; o cliente precisa ir até você para pagar.

 

Isso facilita para muitos empreendimentos, especialmente para pequenos comércios, supermercados e casas noturnas (com suas “filas de caixa”). E você com isso?

 

Bom, se lembra daquela história da dificuldade em se lembrar qual máquina precisa passar qual cartão?

 

Então, é aí que o TEF entra. Ele já registra todas as taxas que você paga para cada bandeira, seja crédito ou débito, VR ou Alelo, cadastrando todas as adquirentes com as quais você negociou. A adquirente que você definir para processar o pagamento daquele cartão, sempre será utilizada quando aquele cartão for utilizado.

 

Dessa maneira, a hora de pagar no caixa fica muito mais organizada, rápida e eficiente. Assim, você evita uma cena como as propagandas da Polishop, onde a operadora estaria (tentando) carregar 3 máquinas diferentes, só para deixá-las cair no final. Além da máquina ser fixada no caixa, você só precisará de uma para processar todas as bandeiras. Assim, você economizará no valor do aluguel das máquinas, e nunca vai passar pela situação de fazer os seus clientes esperarem você carregar a bateria dela.

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Apenas o Pagamento é Automatizado?

 

Dependendo do software de automação (se você não sabe o que um software de automação comercial faz, clique aqui!) que você contratar, o processo de pagamento pode gerar todo tipo de dados e relatórios.

 

Normalmente, se contrata uma pessoa que passa dias inteiros tentando fazer a conciliação bancária. Desde organizar quantos pagamentos foram feitos no crédito ou débito; até saber quando os pagamentos irão cair na conta; como também definir quais bandeiras foram usadas para pagar; incluindo quais máquinas foram usadas na cobrança, tudo deve estar organizado para poder verificar se as taxas estão sendo retidas corretamente.

 

Tudo isso é feito por uma pessoa. Imagina a felicidade desse ser na hora de fechar o caixa.

 

Com um sistema bom mesmo, você não vai mais precisar fazer isso manualmente. O sistema de automação comercial te mostrará todos os dados para você se preocupar apenas com a análise e o planejamento. Os números e as informações necessárias vão estar lá, dispostas e acessíveis sem precisar encher um balde com as lágrimas de contadores às 3 da manhã.

 

Já, os relatórios disponíveis dependem do sistema de automação comercial que você contratar. Há softwares que possuem o básico, mas também há aqueles que você consegue acessar remotamente e ver, em tempo real, todas as informações bancárias da operação daquele dia. Desde quantas pessoas estão no seu estabelecimento à quais cartões estão sendo utilizados: você vai ter tudo na ponta dos dedos.

 

Mas, com um sistema de automação ótimo, você poderá ver exatamente quanto você está pagando de taxas para quais adquirentes, e quanto isso representa do volume total de capital, tanto que você gerou para ela quanto que você fez naquele dia.

 

O sistema de automação comercial EPOC oferece essas vantagens, como diversas outras. Além de você conseguir limitar o acesso dos funcionários às áreas do sistema de automação (por exemplo, o barman não precisa ter acesso ao volume de vendas daquele dia), você também terá os seguintes relatórios:

 

  • Representatividade lucrativa dos produtos vendidos
  • Eficiência dos funcionários
  • Comparação do volume de vendas diário, semanal ou mensal
  • Lista de clientes por gênero, ticket médio, e hábitos de consumo

 

Além de muitos outros. Se você se interessou, deixe o seu contato clicando no botão abaixo. A hora de inovar é agora!

 

Paulo Gregorin
Paulo Gregorin

Estrategista de Marketing Inbound e criador de conteúdo para OZ Technology, formado em Comunicação Social e especializado em Inovação Tecnológica pela universidade de Stanford. Geek nato incorporado em um amante da cultura, informação e artes em todas as suas formas, acredito na proliferação de boas idéias através da comunicação.